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Mossoró

Opinião: O ódio da esquerda contra mulheres que não são de esquerda

Opinião: O ódio da esquerda contra mulheres que não são de esquerda


Por: Ismael Sousa

O comportamento grotesco do defensor público Serjano Marcos Torquato Vale, que em um áudio vazado nas redes sociais afirmou que mulheres que votaram em Bolsonaro e são alvo de abusos sexuais "não podem reclamar", é um exemplo evidente daqueles que propagam ódio e veneno, enquanto se apresentam, falsamente, como defensores da empatia e dos direitos das mulheres. Esse áudio provocou repulsa na sociedade, porém houve pouca reação por parte das instituições responsáveis pela proteção das mulheres. O silêncio das deputadas potiguares, dos movimentos feministas e até mesmo da própria Defensoria Pública do RN, que emitiu uma nota evasiva para minimizar a polêmica, é motivo de preocupação. Em outras palavras, as mulheres são amparadas apenas de acordo com a ideologia política que defendem?

Em Mossoró, há um caso semelhante. Desde que assumiu o cargo de reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido - Ufersa, a professora Ludimilla tem sido constantemente alvo de ataques misóginos dirigidos à sua honra e pessoa. Ela chegou a ser insultada pessoalmente em um shopping. 

Essa perseguição não se limita apenas a militantes extremistas de partidos de esquerda, mas também inclui membros de universidades, que revogaram seu título de doutora com base em uma suposta acusação de plágio ou em advogados militantes do PT que opinam pela sua saída da reitoria. Diariamente, a maquina midiática destinada a destruir reputações por parte da esquerda trabalha arduamente para derrubar a reitora. Qual seria o propósito disso? Ludimilla representa uma ameaça ao processo de formação ideológica dentro da universidade.

Atualmente, qualquer um pode ter comportamentos misóginos, racistas, machistas e homofóbicos, desde que se esteja alinhado com a esquerda política e a vítima apoie um candidato fora desse espectro político. Ludimilla é alvo dia e noite disso, pois foi uma mulher escolhida por Bolsonaro dentro da lista tríplice. 

Este é o conhecido "ódio do bem" frequentemente adotado pela esquerda, que repete que "o amor venceu".