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Feira de universidades israelenses na Unicamp é interrompida com violência por extremistas de esquerdas

Feira de universidades israelenses na Unicamp é interrompida com violência por extremistas de esquerdas


Uma feira de universidades israelenses, que visava estreitar laços de cooperação acadêmica, científica e cultural entre Brasil e Israel, foi interrompida com violência por manifestantes de extrema esquerda na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em São Paulo. A reitoria da universidade confirmou a suspensão da feira devido às manifestações violentas e destacou que a equipe promotora saiu do local com segurança após negociações com representantes do ato extremo.

A feira, que contou com a participação de diversas universidades israelenses, tinha como objetivo promover o intercâmbio de conhecimento e tecnologia entre os dois países, além de fomentar a cooperação em áreas como ciência, tecnologia e inovação.

Os manifestantes de extrema esquerda, que se concentraram na entrada da feira, tentaram impedir a entrada dos participantes e agrediram alguns deles. Eles também tentaram invadir o local onde ocorria o evento, o que levou a organização a suspender a feira por questões de segurança. Em comunicado, a reitoria da Unicamp repudiou a violência e afirmou que o diálogo e o debate são fundamentais em uma universidade.

A suspensão da feira gerou críticas de diversos setores, que apontaram a intolerância e a falta de respeito à liberdade de expressão e ao diálogo por parte dos manifestantes de extrema esquerda. A interrupção da feira de universidades israelenses na Unicamp é uma evidência da intolerância e da violência que estão presentes em grupos de extrema esquerda nas universidades do país.

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