Últimas
Vice-prefeita Kátia Pires reúne grupo político e anuncia apoio a Coronel Hélio em grande ato em Parnamirim General Girão sai em defesa de André Mendonça, critica Moraes e convoca população para ato de 7 de Setembro Walter Alves amplia grupo e recebe novos apoios em Serra de São Bento Fachin tira do inquérito das fake news investigação de Mendonça pedida por Moraes Potiguar Saúde oferece condições especiais a servidores públicos do RN para contratação de planos de saúde Nem no AI-5: Moraes leva ofensiva contra Mendonça a um nível que assusta até os tempos da ditadura BG/Perfil: Cinthia de Allyson é 1º lugar e ser a deputada estadual mais votada de Mossoró Caminhada de Jorge em Nova Mossoró é marcada por cobranças e apoio popular
Política

Defesa desmonta narrativa: Bolsonaro é 'arrastado' ao 8 de janeiro sem provas

Defesa desmonta narrativa: Bolsonaro é 'arrastado' ao 8 de janeiro sem provas


A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a ocupar a tribuna da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quarta-feira (3), em meio ao julgamento sobre a chamada “trama golpista”. O tom foi de indignação: os advogados rechaçaram a delação do tenente-coronel Mauro Cid, classificando-a como frágil e incapaz de sustentar acusações contra o ex-mandatário.

O advogado Celso Vilardi afirmou que Bolsonaro foi “dragado” para os acontecimentos de 8 de janeiro sem qualquer evidência concreta. “Encontraram uma minuta apelidada de plano Punhal Verde e Amarelo, falaram de uma operação Luneta… e, como todos sabemos, houve o trágico 8 de janeiro. Mas o presidente, que aqui represento, foi simplesmente arrastado para esse enredo”, disse.

A defesa frisou que não existe uma única prova que vincule Bolsonaro à chamada “minuta do golpe” ou a qualquer articulação antidemocrática. “Nem o delator conseguiu dizer que houve participação de Bolsonaro em Punhal, em Luneta, em Copa, em 8 de janeiro. Não há nada. Apenas versões que não se sustentam”, reforçou Vilardi.

Os advogados ainda destacaram a desproporcionalidade das acusações, lembrando que “um fato encerrado gerar pena de até 30 anos é algo absolutamente irrazoável”.

Ao rebater a delação premiada de Mauro Cid, a defesa foi categórica: a narrativa contra Bolsonaro não passa de uma construção política sem sustentação jurídica.