Últimas
Vice-prefeita Kátia Pires reúne grupo político e anuncia apoio a Coronel Hélio em grande ato em Parnamirim General Girão sai em defesa de André Mendonça, critica Moraes e convoca população para ato de 7 de Setembro Walter Alves amplia grupo e recebe novos apoios em Serra de São Bento Fachin tira do inquérito das fake news investigação de Mendonça pedida por Moraes Potiguar Saúde oferece condições especiais a servidores públicos do RN para contratação de planos de saúde Nem no AI-5: Moraes leva ofensiva contra Mendonça a um nível que assusta até os tempos da ditadura BG/Perfil: Cinthia de Allyson é 1º lugar e ser a deputada estadual mais votada de Mossoró Caminhada de Jorge em Nova Mossoró é marcada por cobranças e apoio popular

CPI da Covid no RN revela roubalheira e começa chamar atenção nacional

CPI da Covid no RN revela roubalheira e começa chamar atenção nacional

Em poucas semanas de atuação, a CPI da Covid do Rio Grande do Norte, na Assembleia Legislativa, começa a ficar interessante e atrair a atenção de todo o Brasil.

Nesta sexta-feira, 14, o presidente da CPI, o deputado Kelps Lima (SD), em entrevista ao programa os Pingos nos Is, da Jovem Pan, revelou que mais da metade dos R$ 48 milhões que o Consórcio do Nordeste pagou por respiradores seria para propina.

“A documentação é estarrecedora. Havia um conluio, uma negociação de mais de 50% do valor pago dos R$ 48 milhões seria só para desvio, com propina. A operação deu errado porque ela foi toda desastrosa e nenhum respirador foi entregue. Os estados perderam 100% do dinheiro investido”, revelou Kelps em entrevista à Jovem Pan.

Como afirmei anteriormente, em vídeo no Instagram, a CPI da Covid no RN está fazendo o papel que deveria ter sido feito pela CPI no Senado, conduzida por Orma Oziz e Renan Calheiros. Com a repercussão nacional, finalmente o povo brasileiro está descobrindo quem são os verdadeiros genocidas. Corruptos que se aproveitaram da pandemia para usurpar o dinheiro público, enchendo os cofres de bandidos enquanto pessoas morriam por falta de vaga em leitos de UTI.