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Analisando as duas linhas (saúde e economia)

Analisando as duas linhas (saúde e economia)

Por: Ismael Sousa

Temos duas linhas para serem analisadas neste momento: A linha do sistema público de saúde. Não podemos ultrapassar o limite e sobrecarregar o sistema. E a linha econômica, para não deixar o desemprego e a falência de empresas extrapolar. No meio disso tudo tem as medidas de cada governo. Fechar tudo (lockdown) já se mostrou inviável para a economia, e abrir tudo, também demonstrou que é ruim para a linha da saúde. No momento agora é pensar no equilíbrio.

Se conseguirmos abrir as coisas de forma gradativa, mantendo a economia girando apenas com o essencial, podemos sim manter o nível estável do sistema público de saúde. O foco é manter o dinheiro circulando, abrir os estabelecimentos essenciais e que possam manter a economia girar, aumentar os investimentos no sistema de saúde para evitar o colapso e seguir a linha tênue das duas áreas (saúde e economia).

Se houver exageros de ambos os lados, quem será afetado é o povo. Mantendo tudo de lado e vivendo nossas vidas normalmente, sem controle e como se não houvesse uma pandemia, o idoso pode precisar de uma UTI e não ter disponível.

Mas fechando tudo e não movimentar a economia, o Estado deixa de arrecadar, o rombo da previdência aumenta, e o idoso pode até não precisar do sistema de saúde, mas vai passar necessidade e fome sem seu dinheiro da aposentadoria.

O momento agora é equilibrio.