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Temer, Alckmin, Walter, Getúlio e agora Rosalba; os petistas podem tentar resistir, mas sempre vão engolir

 Temer, Alckmin, Walter, Getúlio e agora Rosalba; os petistas podem tentar resistir, mas sempre vão engolir


A esquerda, com sua militância e sua máquina de destruir reputações, pode até resistir, mas terá que aceitar as decisões políticas de alianças partidárias. Isso aconteceu com Michel Temer nas eleições presidenciais de 2014, com Geraldo Alckmin e Walter Alves em 2022, e agora, em 2023, com Getúlio Batista e Rosalba Ciarlini, que são considerados "bolsonaristas" para a turma xiita.

Getúlio, presidente estadual do PTB (Partido de Roberto Jefferson), que já fez declarações desfavoráveis a Lula, chamando-o de "ladrão e corrupto", foi indicado por Walter Alves para liderar o Dnit no RN, o que gerou uma reação da militância petista, mas que daqui a pouco será superada.

O mesmo acontece com Rosalba, que é considerada para integrar uma "frente ampla" com o PT e PCdoB para enfrentar Allyson Bezerra em 2024. Os blogs petistas iniciaram uma "caça às bruxas" contra a ex-prefeita, mas no final, ela deve se juntar ao grupo, e aqueles que a criticaram ficarão em silêncio.

No PT, a ala mais pragmática enfrenta a ala ideológica, e para a última, qualquer pessoa que tenha vagado por caminhos opostos ao progressismo é considerada um "invasor" ou "golpista". Porém, a palavra final é de quem tem a caneta, a governadora, e não de quem vai para a rua bater panela.